workflow /scout — o inventário da fila¶
Este workflow é um comando, não um
.js./scoutsem parâmetro pega a lista da colunaTo scoute vira um workflow dinâmico: spawna um subagente por card, em paralelo, e cada um atualiza o próprio card no fim. Com um card (/scout DEV-123), roda um só — mesma lógica, lote de 1.
Trabalha a fila de investigação. Para cada card, a descrição decide a skill — e é isso que substitui os dois workflows que existiam antes pra isso.
Clique no diagrama para a versão interativa (scout.html): tema claro/escuro, pan/zoom, busca, três views guiadas e export PNG/SVG. A fonte é o JSON (
docs/agents/scout.architecture.json), nunca o.svg.
O conteúdo do card decide a skill¶
O comando não tem "uma skill". Ele lê o card e escolhe a da cesta do agente-scout que aquele card pede:
| O que o card é | Skill | Só avança com |
|---|---|---|
tem tag Bug |
diagnosing-bugs + codebase/graphify |
causa com arquivo:linha + sinal de reprodução |
sem tag Bug |
to-scout |
research + PRD + sub-issues, com priority/estimate/labels |
| é pergunta/levantamento | codebase/graphify |
a resposta comentada no card |
| toca banco/schema | + MCP do Supabase (read-only) | o schema real — a tabela ganha do código |
Bug precisa de causa; melhoria precisa de recorte. Trocar os dois é o erro que faz um card chegar no dev parecendo pronto e sem nada acionável dentro.
Não fechou não avança. Falta de acesso, não reproduz, relato vago demais: o card fica em
To scout com a pergunta que desbloqueia escrita nele. Inconclusivo honesto é informação; causa
inventada é armadilha pro próximo.
O grafo de agentes¶
O desenho acima é o sistema; este é o grafo de agentes — quantas chamadas rodam e a que custo.
O degrau de modelo sai do card, não do comando (régua skill-modelo-effort): risco sobe (crítico · P0/P1 · L/XL) → Opus; trabalho mecânico e volumoso → Haiku; o meio é o dia a dia → Sonnet.
Fan-out sem barreira: nenhum card espera o outro, porque nenhum depende do resultado do outro. E não existe consolidador de estado — o board é o estado, e quem atualiza o card é o subagente que o trabalhou. O relato do fim é leitura, não decisão.
Dois destinos, sempre¶
| Desfecho | Vai pra |
|---|---|
| fechou | Reach |
| não fechou | fica em To scout, com o motivo escrito no card |
Resultado parcial declarado vale mais que conclusão inventada — e é o que permite alguém desbloquear em vez de refazer o trabalho do zero.
Regras que valem no run inteiro¶
- Produção é READ-ONLY. Ler Sentry/PostHog/Railway/Supabase e o código, sim; mutar env, fila, banco, deploy ou prompt, nunca.
- Nunca chamar API de parceiro pra testar — em débito, uma chamada de teste pode gerar cobrança real. Nunca mandar mensagem pela Ju ou pelo Abel — chega no WhatsApp de cliente real.
- A skill é a autoridade. Onde o comando e o
SKILL.mddiscordarem, manda oSKILL.md— senão o comando vira uma segunda verdade sobre o método.
Todo workflow tem os dois desenhos — o do sistema (quais peças existem e quem é dona de quê) e o do grafo de agentes (quantas chamadas rodam, em que padrão, a que custo). É a regra da skill
to-wiki.