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régua modelo-effort — com quanto poder de fogo

Roda em model/effort Responde
qualquer agente inherit / low qual modelo e qual effort?

A fonte única dos model/effort carimbados no frontmatter de cada agente e skill. Dois botões: qual modelo (Opus 5 · Sonnet 5 · Haiku 4.5 — o teto é o Opus; Fable 5 está fora do nosso uso) e quanto effort (lowmax).

A matriz: inteligência × volume

Inteligência sobe o degrau, volume desce. No meio ficam os modelos do dia a dia.

Consequência prática em fan-out: pague inteligência no juiz, não nos coletores. E num pipeline() de 40 itens, cada agent() precisa de model/effort explícitos — omitir roda 40 chamadas no degrau da sessão.

A escada de auto-delegação

  1. fluxo crítico (skill-criticidade) nunca no Haiku → piso Sonnet + verificação;
  2. senão, tamanho (skill-estimate) manda: XS/S mecânico → Haiku · feature típica → Sonnet · L/XL, arquitetura, decisão, review → Opus;
  3. P0/P1 (skill-priorize) sobe um degrau.

Fora do Claude Code

Em Codex/Cursor/OpenCode as células da matriz são slots (T1 varredor · T2 daily · T3 juiz), não nomes de modelo — e model: de frontmatter não vale lá, porque o modelo vive na config do harness. Onde a régua pede xhigh/max e o teto do provedor é high, você entrega high e sobe de slot.

As invariantes que viajam: piso T2 em fluxo crítico, T3 só no juiz, nunca T3 multiplicado por N.